“Não deseje que seja mais fácil, deseje que você seja melhor.” Jim Rohn
Jim Rohn foi um empreendedor, autor e palestrante motivacional americano.
Orientou e influenciou pessoas como Mark Hughes (fundador da Herbalife) e Tony Robbins (um dos coaches mais famosos do mundo) e também autor de vários livros.
Deixou um importante legado para a área do desenvolvimento pessoal.
Foram inúmeras as contribuições, dentre elas esta frase, que chamo de um “conselho incrível”.
Tão incrível que gerou em mim muita reflexão e o desejo de aprofundar um pouco mais nesse assunto.

Temos uma tendência para escolher o caminho mais fácil e não tem nada errado com isso, desde que você assuma a responsabilidade pelas consequências de suas escolhas, ou seja, desde que seja uma escolha verdadeiramente consciente.
Qual é o ganho de escolher o caminho mais fácil?
- Não ter que se esforçar;
- Se sentir seguro, pois se é fácil é porque você já conhece esse caminho.
Mas já parou para pensar em qual é o ganho de ir pelo caminho “mais difícil”?
- Você tem a oportunidade de aprender algo novo;
- Você fortalece sua crença de capacidade e realização;
- Quando obtém o resultado que esperava o gostinho da vitória é mais saboroso;
- Você encoraja outras pessoas a fazerem o mesmo e com isso as incentiva a se desenvolverem também.
E se o resultado não for tão bom como gostaria?
Existem ganhos também, acredite.
É claro que na hora dói, mas:
- É uma oportunidade para treinar seu otimismo;
- Treina seu cérebro a buscar o lado positivo, sua mente para o avanço;
- Você também tem mais clareza do que precisa melhorar, quais habilidades precisa desenvolver;
- Essa situação te mostra a direção e saber a direção é fundamental.
Para toda escolha que fazemos existe um ganho por trás, um desejo que queremos suprir.
O ponto é que nem sempre fazemos essa escolha de modo consciente.
Quando a escolha é consciente você ganha mais porque faz escolhas realmente melhores.
Outra perspectiva dessa frase é pensar sobre o que de fato está sob nosso controle.
Quase sempre não controlamos o que nos acontece, não temos domínio sobre o externo.
O que verdadeiramente podemos controlar é como reagiremos às situações.
Não controlo o que me acontece, mas controlo como me posiciono, posso reclamar de tudo, amaldiçoar o outro, a situação e até a mim mesma, ou posso agradecer a oportunidade de aprender.
A forma como se coloca na situação, vítima ou aprendiz, muda completamente o resultado.
A pergunta que te faço é: Você realmente quer uma situação mais fácil ou quer ser melhor?
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