“A ferida é o lugar por onde a luz entra em você” Rumi
O primeiro grande desafio do autoconhecimento é aceitar que somos seres duais, feitos de luz e sombra, bem e mal.
Temos dificuldade de assumir nossos erros, expor nossas vulnerabilidades e reconhecer nossas mazelas.
Não é atoa que nas redes sociais apenas o belo, o alegre e o bom são compartilhados.

Mas para viver o equilíbrio é necessário abraçar todas as nossas faces.
Quando nos damos conta da nossa dualidade e aceitamos que sim, temos defeitos e qualidades, surge outro desafio que é parar de tentar anular nossas fraquezas e nos concentrar em treinar e desenvolver nossas potencialidades.
Não devemos tentar aniquilar nossos pontos fracos, porque isso é simplesmente impossível. Então o mais acertado é reconhecer que não somos bons em tudo e aprendermos a contar com a ajuda do outro para essas atividades que não dominamos, e usar toda nossa energia para desenvolver e potencializar nossos pontos fortes.
Devemos concentrar nossos esforços em sermos muito, muito bons, o melhor que pudermos ser, em nossos talentos.
A partir do autoconhecimento poderemos reconhecer nossas forças e fraquezas, mas não apenas isso, começamos a perceber também de que maneira podemos usar nosso talento para realizar nosso propósito.
Cada um de nós temos tantos talentos e combinados de formas tão únicas que existem infinitas possibilidades de atuação, por isso quem trabalha com Desenvolvimento Humano é categórico em afirmar que cada um tem um propósito único e exclusivo, que apenas você é capaz de cumprir.
Por isso comece a refletir:
- Com o que você pode contribuir?
- Qual sua característica mais particular que te torna único no seu ambiente familiar, profissional e nas relações com amigos?
- De tudo que você ama fazer, com o que mais se identifica e sente que faz de forma mais natural e espontânea?
Talvez você tenha dificuldade em reconhecer seus talentos, pois acredita que o talento precisa ser algo extraordinário, sobrenatural, incomum.
Eu, particularmente, tive essa dificuldade.
Por muito tempo acreditei que não tivesse talento algum, pois estava esperando algo muito acima da média, algo que me destacasse de maneira extraordinária das outras pessoas.
Algo como a voz inconfundível do Fred Mercury, a criatividade do Walt Disney ou a inteligência do Stephen Hawking.

Foi quando, participando de uma live do Joel Jota em que ele falava sobre talento e citou o livro “O código do talento” do Daniel Coyle, eu soube que a minha facilidade para aprender e a capacidade de transmitir conceitos complexos de forma mais simples para as pessoas é um talento.
Você não imagina minha felicidade ao descobrir que sim, EU TENHO TALENTO.
E sim, VOCÊ TEM TALENTO!
Pode ser que assim como eu, você só não descobriu ainda porque está se comparando, mas essa não é a maneira correta de revelar seus dons e talentos. Você nunca vai encontrar seus talentos olhando para o outro.
Para identificá-los responda as perguntas que propus como reflexão.
Se ainda assim tiver dificuldade para definir seus talentos então só tem um jeito: testando. Aprenda coisas novas, desafie-se, coloque-se em movimento, ouse, experimente.
Não desperdice nenhum um dia, pois como disse o Joel Jota: “A iniciativa é a faísca do talento”.
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E me conta aqui nos comentários se você já descobriu o seu talento e qual é.
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3 comentários em “Não elimine seus pontos fracos”